Das coisas mais legais que fiz em Paris: Sacre Couer de MontMartre

Oi gente! Tudo bem? Antes de escrever sobre Paris, queria fazer um pequeno pedido! Estou tão feliz porque meu blog tá sempre com visitantes, mas não vejo muitas curtidas, críticas ou comentários! Por isso peço para interagirem comigo um pouquinho, pra eu saber se estou no caminho certo! Não tenho muitas pretensões com o blog, a não ser falar de viagens mesmo, que eu amo! Mas sinto falta de feedback, então de vez em quando vou pedir pra vocês!

Gente, me propus a falar de Paris pelas coisas que mais gostei de fazer.. Claro que vou falar também com o tempo do que eu não curti muito, mas deixa primeiro eu me lembrar daquilo que me fez mais feliz!!

Bom, minha viagem a Paris, como foi pela primeira vez, foi um programa bem turistão mesmo! Eu segui um livrinho que minha irmã me emprestou do (maravilhoso) Conexão Paris, que traz cinco roteiros para quatro dias em Paris! Eu curti muito porque fui passeando por tudo, conhecendo tudo pelo lado de fora, e entrei só nas atrações principais! E era o que eu queria mesmo.. Uma visita relax, sem precisar me estressar com horários de museus e coisa e tal!

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Bom, eu não me lembro exatamente que dia visitei Montmartre, mas achei o bairro muito legal! Cheguei pelo Moulin Rouge, tirei fotinhos, me arrependi de não ter pesquisado antecipadamene pela internet os shows (na hora era vender um rim pra pagar!) e saí caminhando com a ajuda do googlemaps offline até a Catedral de Montmartre! Sim, aquela que fica no alto de um monte (da onde vem o nome do bairro, Montmartre), que você pode subir vários lances de escada (234, pra ser mais exata!) ou cortar caminho pelo bondinho na lateral direita da igreja!

Montmartre, bem agitado!

Montmartre, bem agitado!

Primeiro, não tinha aquela cambada de turistas orientais que ninguém aguenta.. Mas a igreja e as escadarias estavam super cheias, movimentadas de gente jovem, famílias, casais e eu adorei aquela atmosfera!

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Daí como eu e o Gui gostamos de nos molhar se estamos na chuva, resolvemos subir logo as escadas mesmo! Foi a melhor decisão! Ok, o bonde deve ser legal, mas eu adorei subir os degraus! A gente parava de vez em quando, tirava fotos da vista, sorria pra algum músico, ria dos jovens xavecando com uma cervejinha na não.. E quase lá no topo, um artista em cima de uma coluna bem alta fazendo embaixadinhas ao som de Gangnam Style! E uma sensação de “esse momento não volta mais!”

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Deu pra ver que a subida foi melhor que entrar na igreja né? Na verdade, foi pau a pau! A Sacre Couer de MontMartre é muito linda! Mais bonita, na minha opinião, que a Notre Dame (que é linda também)! Agora, melhor do que a subida e do que a Basílica, só a vista lá de cima mesmo!!! É uma daquelas vistas que a gente nunca mais esquece na vida, sabe? E é gratuita!!!

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Após descermos (bem mais tranquilo que subir), passeamos pelas ruas próximas à igreja, até encontramos um bistrô para jantar, pois já era quase 19h. O bairro é muito agradável. Perto da Basílica há muitas lojinhas de souvenirs, e dá pra garimpar coisas bem legais! O bairro é bem boêmio, cheio de gente nas mesinhas do lado de fora dos bares, tomando um vinho. Honestamente, não sei como os franceses conseguem sentar nas ruas no frio..

Voltamos para o hotel de metrô. Paris é uma cidade enorme e ainda tem os arredores. É importante escolher um hotel que fique perto do metrô. O nosso ficava bem longe das atrações, num dos arrondissements (bairros) mais distantes, o número 15 (aqui você encontrar dicas sobre os bairros, e é importante associá-las ao mapa do metrô); porém, era sair da porta do hotel e dar de cara com a estação. Eu gostaria de ter ficado mais perto, mas fica a dica para quem tenta economizar com essa parte, como eu precisei, peguem um hotel que fique na cara do metrô! O metrô de Paris funciona muitíssimo bem! Tem várias linhas (inclusive tem linhas interditadas de tão perto que ficam de outras) e é fácil de usar! Eu me locomovi muito a pé e de metrô e só usei taxi pra ir embora pro aeroporto porque meu vôo era de madrugada!

Enfim, espero que curtam à visita à Basilique du Sacré Couer de Montmartre como eu adorei!

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Paris6 – Sampa

Oi gente,

hoje vou falar um pouquinho sobre a última viagem que fiz, em novembro de 2014. Meu marido é louco por carros e queria ir ao Salão do automóvel,  então em maio do ano passado no seu aniversário,  eu comprei passagens, reservei um hotel e comprei os ingressos para o salão de novembro em SP.

Eu adoro São Paulo. É uma metrópole incrível!  Mas sempre que eu ia pra lá era a trabalho. Já conheci alguns bares e restaurantes bem legais, mas dessa vez eu estava louca para a conhecer o famosinho Paris6. Motivo principal: a tal sobremesa que todo mundo posta fotos na internet!

Bom, fomos para lá num domingo à noite. Gente, como é lotado! Saímos de lá mais de meia noite e ainda tinha fila na porta! Isso num domingo! Mas, honestamente,  eu não achei a fila assim um horror não… eles usam um aplicativo que eu adorei (restaurantes de Brasília,  fica a dica!), o Get In, e por meio dele a gente fica olhando em que lugar está na fila de espera. No dia me lembro que a fila andou rápido.

IMG_5833Página do Paris6 no app Get In

Bom, o restaurante é bem charmoso, ao que dizem,  num estilo bistrô francês,  que eu só vou poder confirmar como é mesmo em março,  hehe.. mas eu achei o espaço entre as mesas um pouco apertado! A iluminação era baixa e por isso minhas fotos ficaram ruins. Mas tudo parte do charme do local. O cardápio, que não me lembrei de tirar foto, era bem bonitinho, com os pratos todos levando o nome de artistas brasileiros famosos (alguns nem tão famosos). Só achei que tinha opção demais no menu, e aí dava preguiça de ler tudo e muita indecisão na hora de escolher!

Pardon, não me lembro que vinho tomei!

Pardon, não me lembro que vinho tomei!

 Como na época eu não poderia imaginar que fosse fazer um blog, não vou lembrar o nome dos pratos que comemos, mas eu comi um risoto de camarão e o Guilherme comeu um filé a parmegiana. Meus sogros nos acompanharam na viagem, mas eu realmente não me lembro quais foram seus pratos. O fato é que achamos tudo muito gostoso e muito bem servido. Foi até difícil pedir sobremesa depois de comer tanto! Meu risoto estava cremoso como um risoto deve ser e os camarões bem suculentos!

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O que deixou a desejar foi justamente o motivo de termos ido ao restaurante: a sobremesa,  o Gran Gateau a Paloma Bernardi! Era um bolinho estilo petit gateau, só que maiorzinho (por isso Gran gateau hehe), com calda de chocolate e picolé Diletto e morangos picados. O problema foi que o bolinho era muito grande para a quantidade de sorvete que tem num picolé Diletto, e aí sentimos que faltou sorvete! Além disso, os morangos estavam picados em pedaços tão pequenininhos e eram poucos!

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Resumo final da noite: ambiente ótimo, atendimento muito bom e pratos deliciosos. A sobremesa? Peça outra!