Brasília: restaurante Oscar

Eu e meu maridinho no Oscar!

Eu e meu maridinho no Oscar!

Eu sei que o blog é pra falar das minhas viagens, mas hoje eu estava pensando que, se for assim, eu vou acabar nunca falando de Brasília, já que moro aqui. Então resolvi colocar também um pouquinho sobre Brasília. Não vai ter muita coisa sempre, porque eu raramente faço programas muito diferentes aqui. Mas hoje vou escrever sobre o restaurante que fui quando fiz um ano de casada, em outubro do ano passado, o Oscar.

Quando fomos fazer um ano de casados, eu fiz uma lista com dez restaurantes para o meu marido escolher um pra gente ir. Eu deixei ele bem à vontade, e ele acabou escolhendo um que possivelmente não seria minha primeira opção da lista, mas, de qualquer forma, na lista estava, então fomos!

O Oscar é um restaurante que fica no Brasília Palace, um dos hotéis mais antigos de Brasília, à beira do lago, e que foi reformado há alguns anos. O hotel foi projetado em 1958 pelo Oscar Niemeyer, e daí vem o nome do restaurante, uma homenagem ao nosso querido arquiteto.

Infelizmente eu não tirei fotos dos nossos pratos, porque é meio raro eu tirar essas fotos (eu geralmente tiro de sobremesas, que são a minha parte favorita), ainda mais que eu nem imaginava que eu ia querer ter um blog depois! Mas vamos ao que interessa! O restaurante tem um ambiente clássico, em tons mais sóbrios, e o prédio térreo é circular, e no meio dele um piano! As paredes são de vidro, pra gente curtir os jardins do hotel.

Nesse dia, me lembro que pedi uma caipiroska e meu marido tomou uma cervejinha. Bem gostoso! A entrada foi a única decepção. Era uma entradinha de salmão, e o salmão estava salgado demais. Ficamos bem tristes, porque pensamos que o jantar seria um desastre, mas, como eu disse, foi a única decepção.

Não vou me lembrar o que meu marido pediu, mas quero deixar de dica o meu prato, um nhoque de abóbora com queijo emmental que estava perfeito! Uma das massas mais gostosas que já comi! E como sobremesa, pedi um bolinho de amêndoas com sorvete, que estava muito, mas muiiiiiiito gostoso! O que achei bem legal do restaurante é que ele não é muito grande e a gente consegue conversar, ter uma noite agradável, ouvir uma musiquinha calma no piano… de uma forma geral, não é meu favorito, mas eu iria de novo!

caption

Anúncios

São Paulo: dicas

Hoje São Paulo está fazendo 461 anos! Então nada melhor que falar de São Paulo. Esses dias escrevi aqui que eu e meu marido fomos pro salão do automóvel. Pois bem, por mais que a gente tenha planejamento, algo sempre foge do planejado! Quando fomos pegar o vôo,  mesmo chegando ao aeroporto na hora certa, a companhia aérea não tinha mais assento disponível para nós e teve que nos colocar em outra aeronave. E o pior, ao invés de ir para Congonhas, tivemos que ir uma hora depois para Guarulhos. Apesar de a companhia ter pago o taxi de Guarulhos até o nosso hotel, chegamos bem tarde para o almoço e ao invés de ir em algum dos restaurantes que planejávamos,  fomos caminhando pela rua perto do hotel para achar um restaurante perto em que pudéssemos matar a fome rápido!  Encontramos o Taca da Esquina na Alameda Itu, 225, um restaurante português pra lá de charmoso! Como ele foi estruturado numa casa antiga,  ele tem vários ambientes menores, o que o deixa bem aconchegante. De início eu achei que por causa disso,  os garçons esqueceriam da gente eventualmente, mas eles (que eram portugueses) nos trataram super bem o tempo todo! O mais legal é a cozinha, que fica no meio da estrutura,  e é toda de vidro. Deu pra ver que estava tudo muito bem organizado e limpo! Uma pena que eu não tenha tirado fotos do ambiente.
O cardápio é mudado diariamente, pelo que entendi. Naquele dia,  estávamos com vontade de carne. Comemos um filé com batata frita e estava tudo uma delícia! Mas o melhor foi a sobremesa!  Eles tem alguns sorvetes exóticos! Tomei um de caipirinha de maracujá,  com uma farofinha doce da casa! Excelente!  Deu vontade de provar todos os sabores. E eles têm um menu degustação dos sorvetes!  Numa próxima vez,  essa vai ser minha pedida!

image

Sorvete de caipirinha de maracujá

Sampa linda, parabéns pelos 461 anos! Espero que eu possa te visitar sempre!!!

Rio de Janeiro: La Plancha

No fim de 2011, meu marido (então namorado) se mudou para o Rio de Janeiro a trabalho e ficou lá por cinco meses. Apesar da tristeza que é namorar à distância,  foi uma época bem legal porque eu tinha ido a última vez ao Rio em abril de 2006 e acabou que tive a oportunidade de ir algumas vezes ao Rio. Além disso, ele estava morando na Barra da Tijuca e eu conhecia muito mais a zona sul, e aí pude conhecer bastante coisa nova. Aprendi até mesmo que dá pra gente curtir praia sozinha já que alguém precisa ganhar o dindin né?  Hahaha….

Numa dessas idas ao RJ, fui com dois amigos (e o pobre coitado do Gui só trabalhando) conhecer o Mercado do Peixe na Barra da Tijuca. O lugar é bem legal, mas eu não sou aquela entusiasmada com mercados. De uma forma geral, acho todos parecidos, e esse não foi o melhor que eu já fui. Mas lá no mercado, fica o restaurante La Plancha, e nele a melhor moqueca de frutos do mar que eu já comi na vida! E olha que já comi muita moqueca na Bahia, mas igual a desse restaurante eu nunca vi!

Olha a cara dessa moqueca!

Olha a cara dessa moqueca!

Como isso já faz aproximadamente três anos, eu não sei se ela continua divina! Alguém saberia me informar? E outra pergunta que tenho para os brasilienses, nós também temos um La Plancha aqui na asa sul. Só que eu nunca fui. Alguém sabe dizer se vale a pena?

A minha cara de felicidade diante da moqueca!

A minha cara de felicidade diante da moqueca!

Informações sobre o La Plancha aqui!

Tiradentes e São João del Rei

Em junho de 2011, eu e meu marido (à época, namorado), tivemos a oportunidade de apadrinhar o casamento de grandes amigos nossos, que resolveram celebrar o matrimônio na cidade da noiva, São João del Rei. Eles se casaram no feriado de Corpus Christi, e nós tivemos 4 dias para conhecer as duas cidades. Na verdade tivemos 2 dias e meio, contando que fomos de carro na quinta-feira de manhã e chegamos lá por volta de 15:30 (isso porque não paramos pra almoçar) e pegamos a estrada de volta no domingo de manhã. Eu recomendaria um dia a mais, pois dizem que tem um ecoturismo legal lá,  que eu não pude experimentar; mas os dois dias e meio foram o suficiente pra conhecer um pouco de duas cidades maravilhosas, que merecem ser revisitadas!

Pelas ruelas de São João del Rei

Pelas ruelas de São João del Rei

Chegamos à tarde, varados de fome, e como já era 15:30 foi bem difícil encontrar um restaurante aberto. Acabamos almoçando o final de um self service perto do centro histórico de São João del Rei. A comida, claro, já não estava lá grandes coisas, mas a vista do centro me deixou encantada. Eu morei em Brasília a vida toda e acho que esse foi um dos motivos que me fizeram amar viajar! Não me levem a mal, eu amo Brasília,  acho uma cidade linda, que tem um mix de cidade grande com interior, no melhor sentido das duas! Mas Brasília é uma cidade planejada, e, portanto, diferente!  Só que para mim que sempre vivi aqui, as outras cidades é que são diferentes! Assim, imagina meus olhos brilhando com aquelas casas históricas do interior de Minas? Com os prédios históricos da prefeitura? Com as igrejas antigas? São João del Rei encheu meus pulmões de vida! Eu sabia que ia ser um dos feriados pra guardar na minha história!

O centro histórico de São João del Rei

O centro histórico de São João del Rei

À noite encontramos outros amigos e curtimos um barzinho perto da praça e da igreja! E curtimos um friozinho de junho, daqueles não muito invernais, mas na medida certa, sabe? Na sexta-feira teríamos o casamento à noite e aproveitamos o dia para conhecer mais de São João. Entramos nas igrejas, tiramos fotos das praças e dos prédios históricos! Foi um dia bem prazeroso!

Na ponte de São João del Rei

Na ponte de São João del Rei

O casamento foi abençoado e festa foi muito divertida, com direito até mesmo a um barril de pinga, a cara de Minas Gerais! Mas o dia seguinte nos reservava momentos especiais também! Todos os nossos amigos do casamento eram enfermeiros e tinham que voltar pra Brasília pra dar plantão. O casal tinha que se preocupar com algumas questões pós festa! Assim,  eu e Guilherme resolvemos conhecer Tiradentes, um município a dez quilômetros de São João del Rei,  tombado como patrimônio histórico nacional, com população de quase 9 mil habitantes. Gente,  que delícia de lugar! Passamos o dia percorrendo suas vielas íngremes,  visitamos a igreja e o cemitério,  as lojas de souvenir e as de doces em compotas, comemos comida mineira e tomamos um chope (o Guilherme,  porque eu não sou muito fã) e ficamos com uma vontade de viver aquela calmaria até quando Deus quiser!

Tiradentes linda demais!

Tiradentes linda demais!

Tiradentes é uma cidadela encantadora, que com certeza vale incluir na sua viagem! Voltamos para São João já sentindo saudades daquele feriado, e curtimos um barzinho num shopping da cidade com nosso casal recém casado, na nossa última noite ali! E lá se vão quase 4 anos, e a vontade de ir de novo permanece aqui!

As compotas de Tiradentes

As compotas de Tiradentes

Paris6 – Sampa

Oi gente,

hoje vou falar um pouquinho sobre a última viagem que fiz, em novembro de 2014. Meu marido é louco por carros e queria ir ao Salão do automóvel,  então em maio do ano passado no seu aniversário,  eu comprei passagens, reservei um hotel e comprei os ingressos para o salão de novembro em SP.

Eu adoro São Paulo. É uma metrópole incrível!  Mas sempre que eu ia pra lá era a trabalho. Já conheci alguns bares e restaurantes bem legais, mas dessa vez eu estava louca para a conhecer o famosinho Paris6. Motivo principal: a tal sobremesa que todo mundo posta fotos na internet!

Bom, fomos para lá num domingo à noite. Gente, como é lotado! Saímos de lá mais de meia noite e ainda tinha fila na porta! Isso num domingo! Mas, honestamente,  eu não achei a fila assim um horror não… eles usam um aplicativo que eu adorei (restaurantes de Brasília,  fica a dica!), o Get In, e por meio dele a gente fica olhando em que lugar está na fila de espera. No dia me lembro que a fila andou rápido.

IMG_5833Página do Paris6 no app Get In

Bom, o restaurante é bem charmoso, ao que dizem,  num estilo bistrô francês,  que eu só vou poder confirmar como é mesmo em março,  hehe.. mas eu achei o espaço entre as mesas um pouco apertado! A iluminação era baixa e por isso minhas fotos ficaram ruins. Mas tudo parte do charme do local. O cardápio, que não me lembrei de tirar foto, era bem bonitinho, com os pratos todos levando o nome de artistas brasileiros famosos (alguns nem tão famosos). Só achei que tinha opção demais no menu, e aí dava preguiça de ler tudo e muita indecisão na hora de escolher!

Pardon, não me lembro que vinho tomei!

Pardon, não me lembro que vinho tomei!

 Como na época eu não poderia imaginar que fosse fazer um blog, não vou lembrar o nome dos pratos que comemos, mas eu comi um risoto de camarão e o Guilherme comeu um filé a parmegiana. Meus sogros nos acompanharam na viagem, mas eu realmente não me lembro quais foram seus pratos. O fato é que achamos tudo muito gostoso e muito bem servido. Foi até difícil pedir sobremesa depois de comer tanto! Meu risoto estava cremoso como um risoto deve ser e os camarões bem suculentos!

IMG_3823

O que deixou a desejar foi justamente o motivo de termos ido ao restaurante: a sobremesa,  o Gran Gateau a Paloma Bernardi! Era um bolinho estilo petit gateau, só que maiorzinho (por isso Gran gateau hehe), com calda de chocolate e picolé Diletto e morangos picados. O problema foi que o bolinho era muito grande para a quantidade de sorvete que tem num picolé Diletto, e aí sentimos que faltou sorvete! Além disso, os morangos estavam picados em pedaços tão pequenininhos e eram poucos!

IMG_3834

Resumo final da noite: ambiente ótimo, atendimento muito bom e pratos deliciosos. A sobremesa? Peça outra!

O guia do passageiro

Bom dia gente,

Muita gente talvez nem saiba, mas a INFRAERO disponibiliza em seu site um Guia do Passageiro, em pdf, com tudo que precisamos saber para fazer nossas viagens, sejam elas nacionais ou internacionais. Bom, o guia é bastante completinho, com 60 páginas. É claro que não engloba tudo que precisamos saber, porque cada viagem é uma viagem, cada país tem as suas exigências. Então sempre precisamos consultar sites de consulados, embaixadas e outros blogs de viajantes mais experientes.

De todo modo, achei o guia uma leitura fácil e serve para nos guiar com certa segurança. O guia está na página inicial da INFRAERO, mas você pode acessá-lo diretamente por aqui.

Sem título

Seguem algumas considerações que o guia traz que eu acho importantes para os viajantes!

“Sou obrigado a adquirir o seguro de viagem?
Ao comprar sua passagem, você não é obrigado a adquirir
seguros de viagem: esses serviços são adicionais e facultativos.”
Em realidade, o seguro de viagem pode ser obrigatório sim, dependendo do país de destino. Para entrar nos países da União Europeia que tenham assinado o Tratado de Schengen, por exemplo, é obrigatório um seguro mínimo de 30 mil euros. Esses países são: Bélgica, França, Alemanha, Luxemburgo, Holanda, Itália, Portugal, Espanha, Grécia, Áustria, Suécia, Noruega, Islândia, Finlândia, Dinamarca, Eslovênia, Eslováquia, Polônia, Malta, Lituânia, Letônia, Hungria, Estônia, República Checa, Suíça, Romênia e Bulgária.
Embora outros destinos, como os Estados Unidos, não obriguem o passageiro a ter assistência ou seguro de viagem, eu, particularmente, opto por fazer. É um gasto que a gente faz e espera não usar, mas imagina ser pego de surpresa num país em que os costumes são diferentes, a língua é diferente, enfim.. a conta pode sair mais salgada!
A empresa que eu gosto de contratar para fazer esses seguros para mim é a GTA – Global Travel Assistance, e eu sempre faço o seguro na agência de viagens Poder Turismo na 307 norte aqui em Brasília, pelo simples fato de que a agência é do meu primo e ele tem experiência de anos e sabe o que é o melhor para mim.
Qual o tamanho da bagagem de mão permitido?
Os limites da bagagem de mão são definidos por critérios de segurança para atender ao peso máximo de decolagem do avião e ações preventivas de segurança a bordo. Em voos domésticos, a bagagem não pode ser maior que 115cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 5 kg. Caso exceda essa especificação, a companhia aérea poderá exigir que a bagagem não viaje com você e seja despachada.
De uma forma geral, aqui no Brasil as companhias aéreas não permitem que a gente exagere na bagagem de mão. Já levei na mão a minha bolsa e uma outra bolsa com notebook dentre outras coisas e nunca encrencaram. Mas o tamanho é realmente uma coisa que eles pegam no pé. Nos vôos domésticos que fiz dentro dos Estados Unidos, a minha mala que eu considero média era para eles bagagem de mão. Eu cheguei até a considerar uma desorganização isso, porque os compartimentos de bagagem de mão realmente não supriam as necessidades de todos os passageiros, porque os passageiros exageravam no tamanho e as comissárias ficavam que nem loucas carregando malas para lá e para cá, vendo onde colocar. Mas isso ocorre porque lá a gente paga um valor para despachar as bagagens (um valor alto, aliás. Salvo engano paguei uns 25 dólares por bagagem) e aí as pessoas evitam despachar ao máximo. Por enquanto, não temos esse problema no Brasil!
Quais os meus direitos nos casos de atraso ou
cancelamento?
Nos casos de atraso, cancelamento de voo e preterição de embarque (embarque não realizado por motivo de segurança operacional, troca de aeronave,
overbooking etc.), o passageiro que comparecer para embarque tem direito à
assistência material, que envolve comunicação, alimentação e acomodação. Essas medidas têm como objetivo minimizar o desconforto dos passageiros enquanto aguardam o voo, atendendo às suas necessidades imediatas. A assistência é
oferecida gradualmente, pela empresa aérea, de acordo com o tempo de espera, contado a partir do momento em que houve o atraso, cancelamento ou preterição de embarque, conforme demonstrado a seguir:
A partir de uma hora: comunicação (internet, telefonemas etc.).
A partir de duas horas: alimentação (voucher, lanche, bebidas etc.).
A partir de quatro horas: acomodação ou hospedagem (se for o caso) e transporte do aeroporto ao local de acomodação.
Se você estiver no local de seu domicílio, a empresa poderá oferecer apenas o transporte para sua residência e desta para o aeroporto.
Se o atraso for superior a quatro horas (ou a empresa já tenha a estimativa de que o voo atrasará esse tempo) ou houver cancelamento de voo ou preterição de embarque, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro, além da assistência
material, opções de reacomodação ou reembolso.
A assistência material deverá ser oferecida também aos passageiros que já estiverem a bordo da aeronave, em solo, no que for cabível. A empresa poderá suspender a prestação da assistência material para proceder ao embarque imediato.
Bom, é sempre importante a gente procurar saber dos nossos direitos. Eu passei por uma situação chata indo para São Paulo em novembro. Quando cheguei na hora certa ao aeroporto para fazer o check in, a empresa aérea teve que nos realocar em outro vôo porque eles tiveram que colocar alguns tripulantes extras no vôo e aí faltou lugar para a gente. O ruim foi que eu ía para Congonhas, e eles não tinha vôo disponível nas duas horas seguintes para Congonhas, então me mandaram para Guarulhos. Eu corri atrás dos meus direitos e consegui um taxi para o hotel pago pela Companhia aérea, por causa de todo o atraso que eles iam me causar.
Bom, esses são só alguns dos pontos mencionados pelo guia. Mas eu realmente sugiro a leitura para as pessoas que viajam bastante. O guia tem uma divisão bem estruturada e aborda até mesmo pontos como transporte de animais.