Berlim: entre o velho e o novo!

Esse ano, no fim de março, conseguimos realizar mais um dos nossos sonhos e fomos para a Alemanha e a Holanda. Muita coisa vimos e muita coisa ficou por ver, pra outras viagens.. se Deus quiser! Hoje nesse post, vou relatar um pouco da nossa experiência em Berlim, que foi a primeira cidade dos nossos destinos. Inicialmente eu tinha reservado quatro dias para essa cidade, mas como tivemos que diminuir nossa viagem em uma semana, eu deixei 3 dias e meio pra Berlim e, no fim das contas, acabou que fizemos todo o meu roteiro em 2 dias e meio, porque decidimos de última hora passar um dia em Dresden.

Explico o porque de termos ficado menos tempo em Berlim: eu achei as visitas às atrações bem rápidas, e dei azar com os dias que separei para os museus. Dos 5 da Ilha dos Museus, eu só consegui ver um. Então, acabamos tentando juntar dois dias em um, e não vou mentir que foi corrido, mas deu pra aproveitar muito bem o nosso tempo.

Sobre a cidade em si, confesso que não foi a que mais amamos nessa nossa viagem – nem de longe. Algumas partes da cidade são lindas, mas ela é bem moderna e tem aquelas construções da época do comunismo que são muito sem graça (na minha modesta opinião). Nós pegamos o finzinho do inverno, o que deu um ar ainda mais frio para Berlim. Nas outras cidades já conseguimos sentir mais cara de primavera. Ainda assim, eu acho que vale à pena visitar Berlim, e as razões são óbvias! É uma cidade que retrata bem períodos difíceis da nossa história mundial. Mesmo que você não seja muito fã de história, vai ter algumas sensações de arrepio em alguns determinados monumentos ou museus, certamente. Pois vamos ao meu roteiro…

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A linda estação de trem/metrô de Berlim

1º dia

Chegamos em Berlim no horário de almoço e viemos de TAP. Eu já voei de TAP em 2015 e na época tinha achado a alimentação bem melhor. Mas ainda considero a TAP uma ótima companhia pra se voar. Sem problemas, de forma geral. Nosso hotel era ao lado da estação de trem de Berlim, que eu achei MARAVILHOSA. Bem moderna, mas linda, linda demais! E super limpa e tranquila! Andamos pra cima e pra baixo e chegamos várias vezes de noite de metrô ou ônibus por ela e não me senti insegura de forma alguma. Para ir do aeroporto até a Estação de Trem, pegamos o ônibus JetExpressBus TXL e foi 3 euros por pessoa. Fácil, rápido, e a caminhada para o hotel com malas também foi pequena. Nosso hotel foi o Intercity Hotel Berlin Hauptbahnhof. Aprovadíssimo. Ele é tipo hotel de rede, sem nada demais, mas novinho e limpeza OK. Tomávamos café da manhã na estação mesmo, que tem várias opções.

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O contraste do prédio do Parlamento com a sua cúpula!

Nosso primeiro passeio depois de fazer check in no hotel e almoçar, foi conhecer a cúpula do Parlamento Alemão (Reichstag). Para conhecê-la, não se paga nada mas é preciso reservar online com antecedência (aqui). Eu achei bem engraçado que a Cúpula não tem nada a ver com o prédio, que é lindo, e bem grande, de arquitetura mais antiga. A Cúpula, que também é linda e foi projetada pelo arquiteto Norman Foster, é bem mais moderna, toda de vidro e tem uma vista da cidade toda. É bem interessante a subida nela, e, como é de graça né, não custa colocar no seu roteiro e reservar!

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A Cúpula por dentro!

Após conhecer o Reichstag, fomos ao Portão de Brandemburgo, que fica apenas a 7 minutos a pé de distância. O portão data do fim do século XVIII e é um dos marcos mais conhecidos da Alemanha, sendo considerado um símbolo da história de guerra da Alemanha, mas também um símbolo de unidade e de paz. É bem bonito, lembra um pouco o arco do triunfo de Paris.

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Portão de Brandemburgo

Aproveite pra dar uma olhadinha na rua perto do Portão, ela é bem interessante, com cafeterias e sorveterias (e como alemão toma sorvete, mesmo no frio hein?) e tem o icônico hotel Adlon!

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Bem pertinho do Portão, a 600m de distância, fica o Memorial do Holocausto (Denkmal für die ermordeten Juden), projeto do arquiteto Peter Eisenman. O Memorial é uma linda homenagem aos mais de 6 milhões de judeus mortos durante o Holocausto e consiste em quase 3 mil blocos de concreto de altura e tamanho diferentes, dispostos em fileiras.  É um monumento aberto ao público e gratuito. Parece um pouco um cemitério, e com certeza passear pelo meio dos blocos deixa a gente bastante emocionado e pensativo! Achei a visita interessante e recomendo. Mesmo que você  gaste apenas alguns minutinhos numa passadinha rápida..

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De lá fomos andando pela avenida Strasse des 17 Juni até chegar na Siegessäule, para ver o Monumento da Coluna da Vitória. No meio do caminho também passamos pelo Memorial de Guerra Soviético. No meu roteiro esse passeio estava como opcional, apenas se sobrasse tempo, mas como anoiteceu tarde, deu tempo de pegarmos um lindo por do sol no caminho..

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A linda Strasse des 17 Juni

O Memorial de Guerra Soviético presta uma homenagem aos soldados soviéticos que foram mortos na Batalha de Berlim. Já a Coluna da Vitória tem 67 metros de altura, com um mirante e um museu que presta homenagem a vitórias militares ao redor do mundo. Nós optamos por não subir na Coluna da Vitória. Vários monumentos em Berlim são marcados por tiros e a Coluna é uma das que mais tem marcas de balas. Um passado triste e que não podemos esquecer.

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Memorial de Guerra Soviético

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Um por do sol lindo e ao fundo a Coluna da Vitória

Após terminarmos o roteiro do dia, a fome bateu e fomos conhecer o Sony Center de noite! Super iluminado, bem legal! Aproveitamos pra jantar na cervejaria Lindrenbräu, que é bem grande e super bonita! Nós adoramos o ambiente! É bem turistão, mas achei muito digna a comida! Depois dessa, só um soninho pra se preparar para o dia seguinte..

 

 

2º dia em Berlim

Esse dia reservei para conhecer a Ilha dos Museus (Museumsinsel) de manhã. Era segunda-feira e eu vi pelo site que na segunda-feira alguns museus estão fechados. Mas o que eu mais queria ver, que era o Neues, estaria aberto e o Pergamomuseum também! Assim, existe um ticket para um museu e outro combinado que você pode ir em todos. Eu comprei esse último pois para dois museus ele já valeria mais a pena, já que o ingresso de um dia para o Neues custa 14 euros e para o Pergamo 12, porém o ingresso para os 5 em um dia só custa 18.

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Alte National Galerie

Mas a minha tática acabou não dando certo.. chegando lá, eu estava completamente entusiasmada pra ver o busto de Nefertiti, e aí o Neues simplesmente estava fechado naquela exata semana para reforma! E quando eu comprei online não havia nenhum aviso sobre isso! Assim, eu paguei o ingresso para 5 museus, 3 estariam fechados na segunda-feira, o que eu mais queria ver estava fechado por acaso e acabou sobrando só o Pergamomuseum! Eu fiquei muito frustrada! Só de lembrar que fui a Berlim e não vi o busto de Nefertiti me deixa mais frustrada ainda! Então, eu não sei se iria novamente numa segunda-feira na Ilha dos Museus. O Pergamomuseum é bem interessante, é o museu mais visitado da Ilha e eu adorei a coleção da Babilônia.

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Berliner Dom, às margens do Rio Spree

Após a visita ao Pergamomuseum, fomos até a Berliner Dom, que fica bem ao lado da Ilha dos Museus! Gente, o tanto que essa Catedral é maravilhosa? Com certeza uma das mais lindas que já vi! Fizemos a visita dentro da Igreja e pagamos para subir no domo (acho que foi 7 ou 8 euros)! Estava frio e ventando, mas valeu a pena! Eu não acho a vista de Berlim uma das mais lindas da vida, mas não deixa de ser interessante!

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Um dos lados da vista de Berlim pelo domo da Berliner Dom

Depois da visita à Catedral, nós fomos conhecer o Mall of Berlin na Postdamer Platz. Não tínhamos o intuito de fazer compras nessa viagem e realmente não fizemos, mas ainda assim, eu gosto de dar umas passeadinhas em shopping pra conhecer e eu adorei esse shopping. O mais legal foi a praça da alimentação de lá, que dá uma volta no andar inteiro e é toda diversificada, com comida de várias nações! Adoramos, mas fomos no clássico hamburguer mesmo, provamos o do Hasir Burger e estava super gostoso! Dá até dó postar a foto abaixo, porque vai dar vontade de comer hamburguer, diz aí se não? Hehehe..

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Nós tínhamos horário agendado para ir jantar na Torre de TV (Berliner Fernsehturm) e como já havíamos feito toda a programação do dia, após o passeio pelo shopping e pelos arredores da Postdamer Platz, voltamos para o hotel pra tomar um banho e esperar o horário do restaurante giratório.

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Vista do entardecer no Restaurante Giratório

Quanto ao passeio ao restaurante giratório da Torre de TV, nós agendamos pelo site e valeu muito a pena! É um pouco caro, mas como nós nunca tínhamos ido em um restaurante giratório, eu queria ter essa experiência. Tinha lido na internet que a comida não era lá essas coisas e realmente não é. Mas nós ficamos quase 2 horas lá, pegamos o entardecer, o anoitecer.. foi realmente mágico, e com certeza a vista mais linda de Berlim! O preço para subir e reservar uma mesa na janela (que eu acho que vale muito mais a pena que a mesa do lado) custa 23,50 euros por pessoa, fora o preço dos pratos. Mas, salvo engano, nossa conta não chegou nem a 100 euros pro casal, sendo que comemos entrada, prato principal e sobremesa, e o Gui tomou umas 3 cervejas e eu umas 2 cocas.. barato não é, mas valeu!

 

3º dia em Berlim

Ao voltar para o hotel no segundo dia de viagem (o que seria o primeiro dia completo), nós resolvemos que daria para juntar tudo que estava no nosso roteiro para o terceiro e quarto dia, e tentar um bate e volta de ônibus no dia seguinte para Dresden. Deu pra fazer tudo, mas foi corrido e algumas atrações realmente só demos uma olhadinha rápida. Então, tudo que eu colocar aqui hoje pode ser dividido em dois dias, ao seu critério!

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Uma parte de East Side Gallery

Acordamos cedinho e fomos logo conhecer o East Side Gallery, que é um trecho do muro com 1km de extensão, localizado no lado leste (comunista) da cidade e onde tem vários grafites de artistas do mundo todo. Há vários desenhos coloridos, sobre religião, paz, mensagens de esperança e  mais famoso é a foto do beijo entre Leonid Brejnev e Erich Honecker. Dentre todos os grafites, eu achei o do beijo um dos mais sem graça e fica super lotado, cheio de gente querendo tirar foto.

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Ponte Oberbaumbrücke

Ao ladinho do início do muro, fica a ponte Oberbaumbrücke, que é uma ponte bem diferente e bonita. Ela possui dois andares, um onde andam os pedestres e carros e o de cima onde passa o metrô. Para conhecer a Eastside Gallery, o mais interessante é descer na estação de metrô Schlesisches Tor, pertencente a linha U12.

De lá fomos de metrô para o CheckPoint Charlie. O Checkpoint Charlie foi um dos oito postos de passagem entre a Alemanha Oriental e a Ocidental,  e que permitia que apenas ocidentais pudessem ir da Alemanha Ocidental para a Alemanha Oriental, desde que tivessem documentos e permissões necessárias. Eu achei bem engraçado que hoje ele é no meio de uma rua bem muvucada, cheia de lojas e restaurantes! É possível tirar uma foto dele, mas se quiser tirar uma foto com os militares (que eu acho que não são milicos de verdade, né?) precisa pagar.

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Em seguida, fomos caminhando até  a Topographie des Terrors, não muito distante. É um museu localizado na antiga sede da Gestapo. Existe uma parte que é aberta ao público, em que há vários painéis informativos sobre o período nazista. O museu mesmo é pago, mas nós optamos por não entrar. O que eu achei mais interessante são os painéis no muro do prédio do outro lado da rua, em que conta-se em quadrinhos a história de um rapaz que montou uma tirolesa do prédio passando para o outro lado do muro e conseguiu escapar para a Alemanha Ocidental.

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De lá fomos até o museu judaico, Judiches Museum, que eu queria muito ir, e sabia que não era tão caro (compramos os ingressos na hora e, salvo engano, custaram 10 euros cada). Eu tinha lido em alguns blogs que o museu era muito legal e em outros que não valia a pena. Pra mim uma coisa tem que ser muito ruim pra eu falar que não vale a pena, o que não foi o caso. Mas eu não diria pra você priorizar esse museu também. Eu achei interessante, mas em alguns momentos um pouco maçante. E prepare-se pra andar muito e descer e subir escadas.

Depois do museu fomos almoçar, já um pouco tarde, e escolhemos o Gustav & Gold, que fica quase 1km distante do museu. Apesar da fome, valeu a pena a caminhada até lá. Esse foi o restaurante que eu mais gostei em Berlim. Pedi um medalhão de filé de porco com lentilhas negras e claras e brotos de beterraba e estava delicioso demais! Meu marido pediu o schnitzel e também aprovou!!! O preço eu lembro que achei ok, nada muito caro, mas também não barato!

 

A próxima parada do dia foi a Gendarmenmarkt, uma praça bem grande, que fica no centro de Berlim, onde há duas catedrais iguais, uma Francesa e uma Alemã, além de, entre elas, a Konzerthaus, sede da Orquestra Sinfônica de Berlim. A Catedral Francesa funciona mesmo como uma igreja, mas a Catedral Alemã funciona como um museu, que conta a história atual da Alemanha e tem até uma réplica do Parlamento Alemão. Nós pagamos pra subir (não me lembro quanto), mas achei a visita interessante e rápida.

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Na praça Gendarmenmartk. Ao fundo a Konzerthaus e a Catedral Francesa.

Pessoalmente, a Gendarmenmarkt foi minha praça favorita de Berlim e ela me lembrou um pouco as praças de Roma, sempre cheias, com músicos tocando, pessoas pegando um solzinho.. eu adorei o clima lá!

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Dentro da Catedral Alemã. A cada lance de escadas, uma entrada para uma parte diferente do museu.

Quando fizer esse passeio, não se esqueça de passar, ao lado da praça, na Fassbender & Rausch – uma loja de chocolates bem grandinha, que possui réplicas dos monumentos da cidade em chocolate! É tudo muito lindo e, claro, muito cheiroso. Comprei um chocolatinho pra provar, mas eles custam bem carinho..

 

E, como última atração do dia, fomos dar um passeio pelas ruas de compras Tauentzienstrasse e Kurfürstendamm e, ver, no meio do caminho entre elas a igreja Kaiser-Wilhelm-Gedachtniskirche. Essa igreja foi construída no final do século 19 pelo Imperador Wilhelm II para homenagear o seu avô, o Imperador Wilhelm I, rei da antiga Prússia. Ela está totalmente em ruínas  por causa dos bombardeios sofridos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo que apenas uma torre sobrou intacta. É bem interessante ver como a torre ainda permanece lá, quase em escombros – e ainda é bonita! Essa igreja funciona hoje como um memorial, mas quando fomos estava em reforma. E, como vocês podem ver pela foto abaixo, ao lado dessa igreja funciona a nova igreja! Sim, essa construção esquisitinha, em formato octogonal, que parece tudo, menos uma igreja! hehehe

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Bom, e para finalizar, nesse dia nós procuramos no TripAdvisor um restaurante que fosse bem típico para os moradores e não para os turistas! Fomos em um pub, cheio de locais bebendo cerveja e comendo petiscos e adoramos! Tudo bem simples, o local pequeno, porém a comida deliciosa! O nome do local é Stadtklause!

 

Bom, esse foi nosso roteiro em Berlim! Nos próximos posts, falarei mais sobre os outros lugares que visitei na Alemanha! Gute Fahrt!

 

 

 

Foz do Iguaçu: grata surpresa!

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Parque das Cataratas (lado brasileiro das Cataratas)

Sabe, eu gosto muito de viajar.. existe uma sensação que dá quando eu tô arrumando mala, quando eu sinto o ar condicionado de um aeroporto.. um arrepio no fundinho do estômago, não sei bem explicar, acho que é o tal do “wanderlust”! Toda vez que eu viajo é tudo sempre maravilhoso, mesmo com todos os perrengues que uma viagem pode ter.. existe um segredo pra dar tudo certo.. parece bobo, mas funciona.. que é acreditar (do fundo da alma) que tudo vai dar certo, ainda que não dê! Comigo é assim, pode chover esfriar, nevar, tem tempo ruim nao..

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Um passeio energizante..

Tá, mas só pra não fugir do tema (que é Foz), tem algumas viagens que parece que dão mais certo do que as outras, não? Tem uns lugares que dão uma sensação de pertencimento. Assim foi minha relação com Foz do Iguaçu. Eu não sou muito de natureza (não me levem a mal, adoro uma boa paisagem, mas eu não sou daquelas de trilhas, matas e cachoeiras..) mas eu sempre quis conhecer Foz do Iguaçu… não sei nem bem porquê!

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Vista do mirante do Hotel Belmond das Cataratas

Daí em 2016, aproveitamos o feriado de Finados e uma promoção de passagens aéreas e lá fomos marido e eu curtir Foz! Ficamos cinco dias lá e foram super bem aproveitados. Eu diria que se você tiver quatro, você já aproveita tudo (porque no último de tarde ficamos descansando na piscina do hotel). Se você tiver dois ou três, dá pra ir, mas vai ter que priorizar. E aí vai ficar faltando coisa bonita, pode crer.

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Pôr do sol que você vai pegar com a dica de ouro logo abaixo!

Na nossa viagem, a gente recebeu uma dica de ouro, dica mestre, anota aí! Essa dica é um pouco cara, mas se você puder desembolsar essa grana a mais, vale realmente à pena. O parque das cataratas do lado brasileiro fica aberto de 9h às 17h, mas para quem está hospedado do hotel Belmond das Cataratas ($$$$) ele fica aberto 24h  (sem supervisão, tem que ter cuidado e noção, afinal, é muita água e muitos bichos). Me deram a dica de me hospedar lá pra curtir o parque sem multidão e com maior tranquilidade.

1º dia: Macuco Safari e Parque das Cataratas

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Então nós nos hospedamos lá na nossa primeira diária e depois fomos para outro hotel na cidade mesmo. Chegamos em Foz no horário de almoço, fizemos check in, almoçamos no hotel (vale ressaltar que as três refeições que fizemos no hotel – sendo apenas o café da manhã incluso – foram muito maravilhosas), tiramos umas fotos no hotel (que tem estrutura e jardins lindos) e deixamos para ir ao parque às 17h, quando os ônibus cheios de turistas iam embora). Assim percorremos o parque todo (vale ressaltar que o lado brasileiro das cataratas tem apenas 20% delas) na maior tranquilidade e vimos um maravilhoso pôr do sol lá. Na hora de chegar bem pertinho das cataratas, eu me diverti muito, lavei a alma! Saí correndo, pulando e gritando “Obrigada Senhor”, sem ninguém por perto pra ver esse meu mico rolando (exceto meu marido, que já conhece essas minhas loucuras hehehe). Seguem abaixo algumas fotos pra vocês verem.

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Essa foto representa a minha felicidade em tomar um banho das cataratas!

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Nós aproveitamos a tarde também, antes de esperar fechar o parque para realmente vê-lo, para irmos fazer o Macuco Safari. Agendamos na parte de turismo do hotel e fomos. Eu tinha lido na internet muito sobre esse passeio. Muita gente falando que tinha amado, muita gente falando que era sem graça, cheio, muito “turistão” e caro demais. E mais uma vez, eu não me arrependi de ter feito o passeio. Eu achei muito massa e certamente faria de novo, apesar do preço salgado. Achei tão organizado, parecia atração da Disney, de tão profissional. Primeiro eles te levam ao longo da mata, mostrando espécimes raros de plantas, numa espécie de jeep.. depois você desce até a beirada do lago e pega o barco que leva ao passeio. O passeio é bem radical, molha inteiro (mas tem aluguel de escaninhos, para deixar máquina fotográfica, bolsas, celulares, etc) e chega bem perto das quedas. Mas é tranquilo, até crianças pequenas fazem! Vale a pena!

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De noite comemos no restaurante de buffet do hotel, que era muito sensacional! Fomos dormir cedo, porque a ideia era no dia seguinte ver o nascer do sol nas cataratas e mais uma vez ter o parque só pra gente.. e claro, deu certo!

2º dia: Nascer do sol no lado brasileiro das Cataratas e Parque das Aves

No dia seguinte, mais bênçãos de Deus nos arco-íris das Cataratas. Após energizar com o banho daquelas águas, voltamos pro hotel e fomos tomar o café da manhã e curtir um pouco a piscina.

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Hotel Belmond das Cataratas ao fundo

Bom, sobre o clima, fomos pra Foz no fim de outubro e início de novembro, não pegamos chuva nenhuma e não estava nem frio nem calor.. eu achei a temperatura ideal para todos os passeios! Claro que após se molhar todo, a gente sente um pouco de frio né? Então talvez não seja o ideal ir no inverno…

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Parece montagem né? Mas esse é só um dos milhares de arco íris que vimos nas cataratas!

Bom, após o café da manhã do dia seguinte, fizemos check out, mas deixamos as malas no próprio hotel porque fomos fazer o passeio ao Parque das Aves, que fica na entrada do parque. Como a cidade é um pouquinho longe do parque, nós quisemos fazer esses passeios logo e deixamos para fazer os passeios para a Argentina e Paraguai quando nos hospedamos no hotel no centro. Mais um ponto positivo em termos nos hospedados em dois hotéis.

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O passeio no Parque das Aves é bem legal. Quem tem criança, é certeza que as crianças curtem, mas nós dois, sem criança nem nada, curtimos também. Mais uma vez achei super organizado e me pareceu bastante ecologicamente correto. As aves pareceram bem cuidadas e os locais adequados. E como tem ave diferente!!! Muito legal!

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Pegar essa cena ao vivo foi bastante especial!

No restante desse dia apenas buscamos as malas no hotel Belmond e fomos para o nosso hotel na cidade, o Nadai Confort Hotel. Também um hotel que não deixou a desejar. Categoria média, porém com piscina boa, barzinho legal na piscina e também havia serviço de turismo na recepção. Passeamos de noite na cidade mesmo, no Pirata’s bar. Bem cheio, a comida estava boa, mas nada muito espetacular.

3º dia: Reserve o dia todo para o lado argentino das cataratas!

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No terceiro dia, fomos conhecer o lado argentino das cataratas! Gente, atenção, se vocês forem a Foz, por favor, coloquem um tênis confortável e partam rumo ao lado argentino das cataratas… eu conheci muita gente que foi a Foz e não foi no parque argentino. E vale muito a pena! 80% das cataratas ficam do lado argentino! Há três trilhas a se fazer, uma maior, uma média e uma menor. Em uma delas você passa por cima das quedas e chega na garganta do Diabo (incrível!) e em outra você vê as cataratas de baixo.

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Garganta do Diabo, lotada, mas simplesmente PERFEITA!

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A estrutura não é tão arrumada quanto no Brasil, a comida do parque eu não achei muito legal e é beeeeem cansativo, exaustivo, anda-se muito, mas é maravilhoso! Revigorante! Eu me senti muito abençoada nessa viagem! Ficamos o dia inteiro no parque e eu voltaria fácil pra fazer esse passeio inteiro de novo!

Pra entrar no parque argentino, combinamos com o taxista que nos havia levado no barzinho na noite anterior um preço (não lembro quanto, mas não era barato). Ele foi tão legal que fizemos o restante dos passeios (Paraguai, Itaipu, Duty free e bar de gelo na Argentina) todos com ele e o parceiro de taxi dele. Na realidade, tentamos uber em Foz, mas até  fim do ano passado não havia (não sei como está hoje). Aí fomos para os barzinhos na cidade de noite de aplicativo de taxi, mas os outros passeios fechamos um preço especial com esse senhor e deu tudo certo.

Além disso, o parque só aceita pesos argentinos na entrada (nos restaurantes dentro, eles aceitam real). Então eu troquei reais por pesos num shopping em Foz. Na casa de câmbio eles já sabiam exatamente o que eu ia precisar para entrar no parque. É bom lembrar na hora das contas que depois que cruzamos a fronteira, temos que pagar uma taxa de turismo na Argentina. Era bem baratinha (acho que uns 3 pesos por pessoa) e valia para a viagem toda.

De noite, fomos em outro barzinho na cidade, o Rafain Chopp. Tem muita coisa na cidade dessa família, Rafain. Nós fomos almoçar na churrascaria no último dia e não gostamos, mas esse barzinho foi uma boa pedida. Música ao vivo bem legal, isca de tilápia boa.. valeu!

4º dia: Duty Free argentino de manhã, Usina Itaipu à tarde e Puerto Iguazu fim de tarde e noite

Eu não me lembro que horas ao certo abria o Duty Free, mas fomos pra lá assim que abriu e já estava cheio.. Eu não achei o Duty Free grandes coisas.. estava bonito, com decoração de natal, é grande para um duty free, mas pequeno para um shopping, então nós não ficamos muito tempo lá. Para quem não sai muito do Brasil, pode ser vantagem ver roupas e tênis por lá, mas quem costuma viajar para os Estados Unidos vai achar o valor das coisas salgado.. Nós compramos bebidas e chocolates e valeu à pena. Mas não gaste todo o seu dinheirinho lá, ainda tem Paraguai e Puerto Iguazu pela frente..

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De tarde fomos para um tour na usina Itaipú, que agendamos na agência de turismo da recepção do nosso hotel (mas o taxi foi por fora). Há vários tipos de turismo na usina (para mais informações, cliquem aqui e acessem o site da usina). O mais comum e mais rápido é o panorâmico. Tem um à noite pra ver as luzes da Itaipu, que só funciona em determinados dias, então não conseguimos fazer. Mas o que escolhemos foi o Circuito Especial, que dura duas horas e meia e tem guias bilingues, que vão ensinando pra gente tim tim por tim tim do que rola lá. E esse circuito passa por fora e por dentro da usina! Meu marido é engenheiro civil, então ele queria muito fazer esse. Mas eu, que não entendo nada de nada de engenharia, achei super interessante também! Deu pra ver que a maioria das pessoas também era leiga e os guias conseguiram deixar todo mundo bastante interessado! A usina é majestosa, gigantesca! Valeu todo centavo gasto esse tour! E tem mais, se eu fosse pra Foz de novo, eu faria de novo sem problemas..

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Nesse dia, nós pilhamos e acabamos fazendo o passeio a Puerto Iguazú no fim da tarde, mas poderíamos ter deixado para o quinto dia.. mas deu certo! Fomos no Marco argentino das três fronteiras para ver o pôr do sol e tirar umas fotos e depois fomos na feirinha de Perto Iguazu, que eu adorei! Compramos várias garrafas de vinho, um azeite excepcional, nozes, misturinha chimi churri e alfajores argentinos!

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Marco argentino das três fronteiras!

Depois fomos ao bar de gelo, mas ele estava lotado. Agendamos o passeio pra de noite mesmo e fomos jantar antes no famoso El Quincho del Tio Querido. Eu havia lido sobre esse restaurante em vários blogs e já estava com ele anotado para irmos. O ambiente era muito aconchegante mesmo, mas fora isso, confesso que não achei a comida nada extraordinária. A gente sempre fica esperando muito da carne de restaurante argentino, mas eu achei gostosa, mas nada fora do comum..

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Após o jantar fomos no famoso “Bar de hielo” (bar de gelo) da cidade Puerto Iguazú.. esse passeio sim, eu achei uma grande furada! Mas nem vou falar pra não fazerem, porque comentei isso com uma amiga e ela disse que adorou! Então, vai saber né? O que eu achei foi o seguinte: fica-se muito tempo numa fila pra entrar, te colocam uns casacões bem velhinhos e sujinhos, depois você fica 5 minutos num local pequeno com o ar condicionado virado no jiraia pra ir se acostumando com a temperatura baixa. Aí você entra e fica meia hora no “bar” que nada mais é que uma câmara fria cheio de gelo, com esculturas de gelo. Tudo que tem lá dentro você pode beber a vontade: cerveja, refrigerante e drinks esquisitos. O negócio é que é tão frio, um puta frio, que você nem consegue beber muito.. e também não tem nenhuma bebida muito especial, tipo um vinho gostoso.. só cerveja e drinks de adolescentes.. Aí te jogam o papo de que não é bom tirar mais do que dois minutos de fotos do seu próprio celular lá dentro porque ele pode estragar e eles tiram várias fotos suas pra você comprar depois lá fora se quiser. Pronto, é esse o passeio. De tudo que fizemos em Foz, esse realmente foi o que eu não faria de novo!

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Ah, pra terminar a noite, o taxita também nos levou no Casino argentino! Mas é bem fraquinho e vazio.. valeu só pra conhecermos mesmo!

5º dia: Paraguai de manhã e descanso à tarde

Esse é aquele dia que, se você não tiver na sua viagem, não tem problema. Mesmo que você queira muito ir ao Paraguai, pode tentar encaixar ele em um dos dias anteriores. Nós não passamos muitas horas lá. Eu achei aquilo uma confusão doida. Mas tinha umas lojas bem interessantes.

Minhas dicas de segurança são: pesquise as lojas maiores com antecedência e fique nelas. Elas são mais confiáveis e mais interessantes. Não deixe para pegar um taxista paraguaio na volta. Combine a ida e volta com um taxista brasileiro. Ele vai te fazer sentir mais seguro e o taxi dele provavelmente vai ser muito melhor (os taxis paraguaios são bem caindo aos pedaços). Não saia daquele trajeto da rua principal.. e principalmente, não acredite nos homens que você encontrar na rua te mostrando onde ficam as lojas que vocês querem ir. Eu caí na lábia de um. Estávamos andando e ele disse “Para onde vocês estão indo? Para a loja Monalisa? Então me segue que eu te mostro onde fica” (a Monalisa é uma das grandes). No meio do caminho estranhamos muito e fomos parar numa lojinha pequenininha num meio de um shopping esquisitinho e ele falou “dá uma olhada nas coisas aí que é bem mais barato que a Monalisa”. Quando a gente quis sair, ele ficou meio puto e falou “a Monalisa fica bem ali” e apontou pra um lugar e largou a gente lá.. Portanto, vão com GPS do celular e pela rua principal, e ignorem os caras chamando vocês.

Nós  gostamos muito de olhar a Monalisa, a Casa Nissei e olhamos também o Shopping del Este e algumas lojinhas da rua principal. Não deu tempo de ir na SAX por causa do horário que havíamos combinado com o taxista, mas foi um passeio legal também, apesar da muvuca!

Bom, o resto do dia foi para descanso na piscina e arrumação de malas para o vôo da manhã seguinte. Sobre o que levar no vôo, lembre-se que o vôo é nacional, então você pode levar bebidas na mala de mão sem problemas. Só fique atento para o peso da bagagem!

É isso aí, espero que tenham curtido toda essa conversa sobre Foz e que minhas dicas possam ser úteis! É um destino maravilhoso, muitas vezes subestimado, com promoções boas de vôos (apesar de não ser um destino com passeios baratos) e que pode ser sua próxima opção!

Voltamos!

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Hofgarten, Munique

Fala galera!

Um ano sem escrever aqui e confesso que eu achei que não fosse escrever de novo..

Apesar de ter feito algumas viagens bem incríveis desde que parei de escrever aqui, eu nunca tinha tempo.. sempre há outras prioridades. Eu e a Bruna nos juntamos há um ano atrás, para unir o meu blog com o instagram dela, o @fomosali

Em princípio achamos que a parceria ia ser incrível, porque somos muito amigas, mas acabamos não tocando esse barco pra frente por causa de outras prioridades..

Mas o que aconteceu é que nos últimos tempos, eu sempre ouço: “e o blog? Escreve no blog!” “Eu adoro seu blog!” “Cadê roteiro de tal lugar no seu blog?”

Então vamos tentar descolar uns roteiros maneiros e colocar o blog em dia.. no fim do ano passado eu fui para Petrópolis e Foz do Iguaçu e esse ano para Alemanha e Holanda e semana que vem vou pra Fortaleza. A Bruna foi também para Guarajuba esse ano, e ano passado para Natal, Genipabu e Peru. Então se alguém quiser deixar nos comentários sobre o que deseja ler primeiro, fica a dica.

Enquanto isso jajá sai um post quentinho sobre Foz do Iguaçu, que já adianto que AMEI!

Beijos e até bem loguinho,

Nayara.

Hamburguer delivery em Brasília: Laker’s

Sexta-feira é aquele dia maravilhoso, que marca o início de ou muito descanso ou muita diversão..

Aqui em casa, normalmente a gente gosta de assistir um Netflix na sexta à noite e comer uma besteirinha.. Essa sexta, com preguiça de comprar algo no mercado pra fazer, resolvemos dar uma olhada no Ifood e encontramos uma hamburgueria delivery! Isso mesmo, eles só fazem sanduiches para delivery! Os comentários no app eram os mais maravilhosos possíveis..


Todo mundo comentava que os sanduiches eram super deliciosos, apesar da demora para entregar! Mas que valia a pena! Resolvemos testar!


Gui pediu um sanduíche chamado Fight Club JK, com pão de sanduiche com gergelim! Esse sanduíche tem um burger bovino de 200g, cebolas roxas caramelizadas com shoyu, picles, queijo, bacon, alface americana, tomate e Maionese Laker’s, que é muuuito gostosa!!!


O meu pedido foi o Onion Laker’s, mas escolhi o pão australiano (amo!!) com gergelim! Também é um burger bovino de 200g, com cheddar, bacon, anéis de cebola, molho Barbecue, picles e maionese Laker’s.


Os preços dos sanduíches foram, salvo engano, 20,50 e 21,50 respectivamente! Eu achei bem razoável, considerando que os sanduíches pequenininhos do Mc Donalds já estão quase nesse preço (e os grandes acho que são mais caros..) e qualquer boa hamburgueria em Brasília também não cobrará menos que isso.. O frete achamos um pouco caro, 12 reais, sendo que o endereço da hamburgueria indicado no app fica há 7km da minha casa.. Mas enfim, nós achamos que é um ótimo custo-benefício! Amamos os sanduíches, a maionese deles é deliciosa, as onion rings estavam crocantes, não é muito oleoso! Enfim, tudo no ponto certo!! De fato, eles pedem uma hora para entregar e demorou um pouco mais, mas como pedimos sem fome, estávamos tranquilos para esperar!

Assim, pra quem mora aqui em Brasília, fica a dica de um delivery que não seja chinês ou pizza! Você pode pedir pelo app ou pelo telefone no site oficial! O Laker’s atende Lago Sul, condomínios do Jardim Botânico e Vila Planalto!

Bonus point para o Laker’s: os sachês de mostarda que eles enviam são Heinz e os de ketchup são Helmann’s! Perfeito!!!! (Nem precisava, o molho Barbecue e a maionese deles já deram conta do recado! Mas entendo que quando uma empresa manda bons sachês pra gente, é porque ela sabe que é melhor não colocar porcaria pra não estragar o produto dela..)

Novo italiano em Brasília: Abraccio

Fala galera,
Hoje fomos conhecer um dos recém-inaugurados restaurantes de Brasília, o Abraccio!

O Abraccio pertence à rede Outback e é um restaurante de comida italiana! Abriram dois quase ao mesmo tempo em Brasília, um no Iguatemi Shopping e um no Park Shopping! Como fã que sou de massas, estava louca pra experimentar, então hoje fomos conhecer o do Park Shopping!

A primeira impressão que tivemos foi ótima! O restaurante é super bonito! Pra quem já foi aos Estados Unidos, ele lembra um pouco os italianos que vemos por lá.. Móveis de madeira, assim como o próprio Outback, só que sem ser rústico! A decoração é bem elegante e leva alguns quadros charmosos de vinícolas e motonetas italianas, e há também  algumas relíquias espalhadas pelo local, como uma balança de pesar frutas antiga, uma máquina registradora linda em dourado e uma própria vespa italiana!

Na entrada, para quem aguardava a reserva, pizzas fininhas para petisco e tacinhas com sangria! Para quem não sabe, o Abraccio tem o mesmo estilo de espera do Outback! Além dos sofás da entrada (que nunca dão conta do recado!) há o bar! E estava bem vazio quando chegamos, então esperamos nossa mesa lá! Eu no chá e o Gui e meus sogros no chopp!


O atendimento tanto no bar quando pela nossa garçonete na mesa foi impecável! Porém, os pratos e o chopp demoravam mais que o normal para chegar! De entrada, eles fornecem um pãozinho italiano, que veio bem quentinho e uma pastinha de azeite com ervas! Super gostoso!! Ponto alto, na minha opinião, foi oferecerem água da casa! Eu adoro isso quando estou em outro país! Acho que é o certo, sei que temos uma lei no Brasil desde os anos 90 que obriga os restaurantes a oferecerem água da casa para os clientes que pedirem, mas ninguém faz nem fala nada sobre e nós gastamos a mais além das garrafas de plástico não serem ecologicamente corretas! Então, espero que esse seja o início de uma nova cultura para nós!


Bom, quanto ao almoço em si, eu pedi o macarrão Abraccio (fetuccini Alfredo com camarões), minha sogra pediu um salmão com brócolis e meu marido e sogro pediram um filé que, salvo engano, se chama Filetto Massalo, basicamente filé ao molho de cogumelos! O acompanhamento do meu marido foi o spaguetti pomodoro e o do meu sogro o fetuccini Alfredo! Tudo estava muito saboroso, mas nós achamos os pratos pequenos! O preço de cada prato individual varia de 50 a 60 reais.


Eu acabei desistindo de pedir sobremesa porque achei todas muito caras! Todas eram mais de 20 reais e não pareciam ser como aqueles sorvetes enormes do Outback que 3 a 4 pessoas podem provar!

Para resumir, foi uma tarde super agradável, num lugar super agradável, com atendimento super agradável e comida também muitíssimo agradável! No entanto, um pouco cara pelo tamanho dos pratos e um pouco demorada para chegar! Mas com certeza eu gostaria de voltar e provar outros itens do cardápio!

Corpus Christi em Salvador

Bom dia galera!

Fomos passar o feriado de Corpus Christi em Salvador e demos uma prolongadinha em Guarajuba, pra relaxar um pouco…

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Hoje vou contar aqui como foi passar o dia do feriado de Corpus Christi conhecendo os pontos turísticos de Salvador!

Primeiro, vale ressaltar que a cidade é muito linda!!! Eu tinha um pouco de receio de conhecer Salvador, por causa da violência, mas com um pouco de cuidado, dá pra ir no Pelourinho, nas igrejas, na praia, tranquilamente..

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Quando compramos as passagens para passarmos seis noites na Bahia, decidimos dormir duas noites em Salvador, para conhecer a cidade e quatro noites em um resort numa praia afastada pra descansar. Depois de tudo comprado e pago, eu me toquei de que deixamos o feriado pra passar em Salvador e, por ser um feriado religioso, fiquei com medo da gente não conseguir visitar direito as igrejas, por ter muito movimento, mas acabou que pegamos um dia muito tranquilo! Chegamos no Pelourinho por volta de 10h é praticamente tivemos uma hora lá só pra nós dois. Havia poucas pessoas na rua. Depois as lojas foram abrindo e o movimento foi aumentando, mas ainda assim foi um passeio bem tranquilo, quase sem movimento!

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Tínhamos escutado falar que valia a pena pegar um daqueles guias turísticos de Salvador, porque eles saberiam nos informar tudo sobre as igrejas. Pegamos um com crachá e tudo, mas não achamos tão bom. A maior parte das informações que ele deu estava nas plaquinhas dentro da igreja. E em um momento ele nos levou para uma loja de camisetas, e eu senti que ele estava levando algum dinheiro por nos levar lá, e não porque era uma fábrica tradicional de verdade (como ele havia informado).

Mas ainda assim valeu o passeio, as igrejas são muito lindas! Eu só acho que sozinhos, eu e meu marido levaríamos mais tempo, porque olharíamos tudo com mais detalhe, entraríamos talvez em outros lugares, e com o guia lá já nos levando para onde ele acha interessante, perdemos um pouco disso. Enfim, se voltasse no tempo, eu não contrataria guia. Pagamos R$60,00 o casal pelo serviço.

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Igreja do Rosário dos Pretos

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Igreja de São Francisco

Visitamos três igrejas no Pelourinho. Infelizmente, uma delas eu não consigo me lembrar o nome, mas é a que fica na Praça Terreiro de Jesus. Ela estava quase fechando. Visitamos também a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que foi construída pelos escravos para eles mesmos. E a famosa Igreja e Convento de São Francisco, que, segundo nosso guia, tem mais de duas toneladas de ouro na decoração, e que também tem a pomba que gira. Essa foi a parte mais legal de ter contratado o guia. Ele nos informou direitinho como andar pelo salão em que tem a pomba, para conseguirmos ver como a pomba gira. É realmente um detalhe da pintura do teto que é muito interessante! A igreja é muito linda, toda de ouro, mas o que achei mais bonito mesmo foram os azulejos portugueses formando histórias bíblicas nas paredes.

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Ao longo do passeio pelo Pelourinho, também vimos por fora a Casa Fundação Jorge Amado e a Casa do Olodum, além de, claro, ver a casa onde o Michael Jackson gravou o famoso clipe no Pelourinho,e onde, aliás, fica tocando a mesma música dele o dia inteiro! hehehe.. Mas é legal! O que eu achei mais bonito do passeio foram todas as casas antigas e todas as cores do Pelourinho! É um pedaço de história do nosso país que não se vê em muitas cidades! Muito rico e muito lindo! Eu não achei as ruas sujas, como tinha escutado falar.

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Após terminar por ali, fomos ver o Monumento da Cruz Caída, que  homenageia a Igreja da Sé, que foi demolida em 1933. Perto do monumento, um pouco mais ao lado, fica o Elevador Lacerda. O elevador Lacerda custa 15 centavos para descer ou subir, e ao contrário do que muitos turistas pensam, ele não possui uma vista panorâmica. Mas ao lado dele, a gente tem uma vista linda lá da cidade baixa e consegue tirar algumas fotos!

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Elevador Lacerda

Descendo o elevador, na cidade baixa, fica o Mercado Modelo, onde vende artesanato, comida, rendas, dentre outras coisas. Nós passeamos nos seus três andares, comprei uns instrumentos musicais para os meus sobrinhos, uma toalha de mesa e uns ímãs de geladeira e voltamos para o Pelourinho para almoçar por lá. O mercado é legal, mas bastante repetitivo e caro.

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O Elevador visto lá da frente do Mercado Modelo

O almoço nós caímos no conto do nosso guia. Ele havia indicado um restaurante no Pelourinho (não me lembro o nome), mas não gostamos muito. O atendimento foi fraco e a moqueca também. Melhor fazer suas buscas pelos blogs e ir em algum indicado. Nós havíamos pesquisado antes, e nos arrependemos de não ir num dos pesquisados.

Após o almoço fomos no Largo do Bonfim conhecer a famosa Igreja do Senhor do Bonfim, de onde saem todas aquelas fitinhas coloridas famosas de Salvador. A igreja é bem linda, tem também os famosos azulejos portugueses nas paredes pelos quais me apaixonei, e a fachada dela, com todas as fitinhas coloridas no portão é um charme a parte!

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Ah, uma coisa que quase me esqueço de comentar! Sempre li nos blogs que o pessoal fica em cima da gente, querendo entregar fitinhas e que são bem insistentes. Gente, é só dizer um não firme. Nós tivemos alguns (não foram muitos, mas foram alguns) rapazes oferecendo as fitinhas e nós dizíamos “Não, obrigado.” No máximo, alguns falavam “Mas é um presente.” e a gente dizia “Não, obrigado.” e saía andando. E tudo deu certo!

Após a visita à Igreja, pegamos um uber para o Farol da Barra! Acho que essa foi a parte do dia que mais gostei. Primeiro porque ver o mar de perto sempre me faz ser grata! E segundo porque estava quase no fim do dia, vimos o por do sol, estava uma ventania, um barulho de mar ventando, e nem calor nem frio, um dia na medida exata! Tiramos mil fotos no Farol. Pagamos (R$30,00 o casal) para ver o museu e subir lá em cima e tirar muitas e muitas fotos e lembrar de agradecer a Deus por aquela oportunidade de estar ali!

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Vista do mar lá em cima no Farol

Fomos andando pela barra até chegar em frente ao Restaurante Caranguejo do Porto. Era mais um fora da nossa lista, mas como tinha um clima de barzinho, resolvemos ficar por ali. Meu marido tomou umas cervejinhas, eu uma caipiroska. Comemos caranguejo (me desculpem os baianos, mas eu ainda prefiro os de Fortaleza), pastel de camarão, e assim concluímos o nosso dia em Salvador! Eu com certeza quero voltar e curtir mais dessa cidade que adorei!

Quanto à Guarajuba, vou fazer um outro post depois relatando a experiência de ficar em um resort all inclusive no Brasil.

Carpe diem!

Restaurantes em Brasília: Lake’s

Fala galera,

Sexta passada meu marido e eu fizemos 10 anos juntos! Para comemorar, fomos a um restaurante bem tradicional de Brasília, mas que ainda não conhecíamos, o Lake’s. Embora eu não tenha encontrado a informação de quantos anos o Lake’s tem de funcionamento, é um daqueles restaurantes que a gente sabe que está em Brasília há muito tempo. É um clássico. A chef que o comanda é Andrea Munhoz, que é a mesma chef do Palácio do Planalto.

A decoração do restaurante é bem tradicional e clássica. Nada de muitos detalhes. Acho que o restaurante podia ser um pouco mais moderno, mas ainda assim o ambiente é agradável. O atendimento é impecável! Os garçons estão sempre de olho, se estamos precisando de algo, repõem o couvert, repõem as bebidas. E são todos muitíssimo educados.

Bom, o couvert estava bem gostoso também, mas não foge do padrão. Tinha pães, bolos, pães de queijo, biscoitos de queijo e pastas de queijo, berinjela e cebola. A de berinjela estava sensacional! O preço do couvert foi de R$15,00 por pessoa, o que eu achei bem adequado ao oferecido.

Para jantar, eu pedi camarão ao creme de trufas com gnocchi de baroa. Estava bem gostoso. Mas o melhor mesmo foi o prato do meu marido. Ele pediu noce de filé em crosta ao molho de alecrim com risoto negro. O risoto estava simplesmente sensacional e a carne muuuito tenra. Meu prato custou um pouco mais de R$100,00, mas não lembro exatamente o valor, acho que foi R$103,00 e o do Gui custou R$80 e poucos. Vale destacar que a aparência dos pratos é muito linda, e vários que passavam para as outras mesas davam água na boca!

No final, já estávamos beeeeeeem satisfeitos mas como sou formiga, resolvi pedir um sorvete de capuccino. Pensei que o sorvete ia vir pequeno, por causa do valor, R$14,00. Mas veio uma mega taça com umas três bolas grandes, que foi até difícil de encarar, não pelo gosto, mas porque já estávamos mais que satisfeitos. Mas o sabor era gostosíssimo, capuccino puro em forma de gelato! Pena que desse não tirei foto!

Bom, para resumir, adoramos a nossa experiência no Lake’s, com certeza é um restaurante que merece sua visita!

Bonus: Ele está no aplicativo Grubster, que oferece descontos!

Bonus 2: O serviço de manobrista é gratuito!

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Grand Canyon experience

Fala galera,

Hoje estou aqui pra falar sobre como foi minha visita ao Grand Canyon! Quando compramos as passagens pra Las Vegas, eu sabia que queria muuuuuito ir ao Grand Canyon. Confesso que eu imaginei que minha visita seria de uma forma e acabou sendo diferente, e eu fiquei com a sensação de que ainda quero voltar… o Grand Canyon é uma verdadeira obra prima da natureza, e é um dos lugares que você precisa conhecer nessa vida!

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Não foi tão fácil planejar uma visita ao Grand Canyon. Eu vi vários relatos diferentes, afinal, o Grand Canyon tem três bordas que podem ser visitadas. A chamada “North Rim”, do norte, que é mais frequentada por turistas que gostam de passeios  radicais, trilhas, etc e que, pelo que me lembre, só fica aberta em algumas épocas do ano. A borda sul, chamada “South Rim”, e que foi a borda que eu escolhi visitar, fica um pouco mais distante de Las Vegas e por isso nem sempre é a escolhida dos turistas. A borda oeste, Gradn Canyon West, fica mais próxima de Las Vegas, e é nela que saem os passeios de helicóptero que muitos  turistas optam por fazer e curtem muito.

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Depois de ler alguns relatos na internet, eu me interessei mais pela borda sul. Muitos blogs falavam que ela era a mais bonita, e a que você conseguia ver mais do Grand Canyon. Porém, pela distância de Vegas (5h de carro), era praticamente impossível fazer um bate e volta. Daí, eu, que curto uma road trip, achei mais interessante ainda a ideia de ir visitá-la. A meta era chegar para ver o por do sol, dormir ou nos hotéis dentro do Grand Canyon ou na cidade de Tusayan, e acordar cedo para ver o nascer do sol e ir embora.

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Foi muito boa a experiência, mas hoje eu ainda acho que queria ter visto mais. Queria ter feito uma trilha, queria ter visto o sol mais forte, num horário de pico dele pra realmente curtir mais as tonalidades do canyon, que é simplesmente maravilhoso! Eu posso querer usar todas as palavras que houver aqui nesse blog pra descrever o Grand Canyon, mas ele é simplesmente indescritível.

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Bom, sobre a minha estadia, dormi em Tusayan no hotel Best Western Premier Grand Canyon. Foi uma ótima estadia. O hotel tem um estilo bem rústico, tudo é de tijolinhos e madeira. Aliás, a cidade toda (que é de uma rua só, aliás) tem esse estilo rústico, que eu curti bastante. Honestamente, não acho que faça muita diferença dormir dentro do parque. É bem pertinho.

Uma coisa interessante sobre a borda sul do Grand Canyon é que ela tem vários pontos de visitação. O ideal é poder ter um tempinho pra desvendar o mapinha, e ver o que você realmente gosta. Por isso, acho que um dia inteiro lá teria sido ideal. As lojinhas dentro do Grand Canyon são muito fofas e vendem artesanato bem bonito. Comprei um livro e um vasinho lá. Nós pagamos para entrar no parque do Grand Canyon um valor para o carro, e o ticket valia para 7 dias. Eu confesso que não me lembro mais quanto foi, acho que foi 30 dólares. Como estávamos em 4 e o ticket valeu pros dois dias que fomos lá, eu achei o preço excelente.

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Então é isso gente, numa viagem a Las Vegas, vão conhecer o Grand Canyon. Se eu puder, quero ir de novo, e na mesma borda que eu fui! Vale muito à pena!! Lembre-se de ir de tênis, e de verificar a época do ano para o vestuário adequado. Nós pegamos um pouco de frio em março, aliás, de manhã estava bem frio e geando, mas logo em seguida o clima já amenizou um pouco… mas o mais importante é levar sua máquina, e se preparar para tirar muitas fotos, e pra viver um dia inesquecível!

Calico Ghost Town

E no caminho de Vegas para Los Angeles, tinha uma cidade fantasma…

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Gente, desde que eu planejei minha viagem pra Vegas e L.A., eu não abria mão de ir a Calico, uma cidadezinha fantasma em Yermo, na California, que fica mais ou menos no meio do caminho entre Vegas e L.A.

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Calico foi uma cidade criada no século XIX para a exploração de minas de prata e ouro. Ela chegou a ter uma produção com muito faturamento, mas a prata começou a perder valor na década de 1890 e assim a cidade foi sendo abandonada pelos mineiros. Na década de 1950, a cidade foi comprada pelo condado de San Bernardino e restaurada para parecer com uma cidade antiga de faroeste. Hoje existem 9 moradores na cidade, salvo engano, que funciona como um parque para os turistas, com três atrações, além do próprio passeio que é andar pela cidade!

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Eu li muitos relatos nas minhas buscas no Google sobre a cidade, e achei gente dizendo que valia a pena e gente dizendo que não. Mas como eu sempre curti faroeste, pensei que seria uma oportunidade única! E que bom que decidimos ir mesmo! A cidade é uma ruela, com várias casinhas antigas, que contém lojinhas de artesanato, restaurantes, pequenos museus com objetos da época da mineração. E além de tirar várias fotos, há três atrações principais: Maggie Mine, Mystery Shack e Gold Panning.

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Cada atração custa 3 dólares,mas há um combo de 7 dólares pelas três atrações. Porém, não compramos o combo, porque não nos interessamos pelo Gold Panning, uma atração que consiste em saber como os mineradores procuravam outo, e envolve pintura, sujeira e estava cheia de crianças. Então, pra adultos não é muito interessante.

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Mystery Shack é uma casa torta, em que você é guiado pelo “xerife” da cidade, que vai te contando umas histórias, te passando uns sustos e te desafiando a enfrentar a gravidade. Nós fomos nessa atração e foi a mais legal!!! Nós rimos muito, muito, muito!! Foi muito divertido!!!!

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Já a Maggie Mine consiste em duas coisas: primeiro você anda num trenzinho e vai conhecendo alguns pontos específicos da mineração da cidade, e depois você entra numa mina real, a única da cidade que oferece segurança o suficiente pra visitar. Essa atração é legal também, vale a pena, mas se fosse pra escolher, eu ainda escolheria o Mystery Shack.

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Quanto tempo leva o passeio em Calico? Se você não entrar em nenhuma vendinha, e tirar poucas fotos, em uma hora você faz a cidade. Eu, que gosto de entrar em todas as vendinhas, olhar tudo com carinho, e ainda com as duas atrações, levei duas horas e meia em Calico!

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Nós nos programamos para almoçar lá, mas na hora do almoço descobrimos que dois ônibus cheios de turistas haviam reservado todas as mesas do restaurante principal, então acabamos almoçando na estrada. Por sorte, há uma cidade pertinho de Calico, e lá há Mc Donalds, Subway dentre outros. Acabamos almoçando em um restaurante local, Peggy Sue’s 50’s Dinner, que, como o próprio nome diz, tem o design bem anos 50! A comida não era nada extraordinária, mas estava gostosa e o restaurante é fofo e cheio de locais!

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Então, se for de carro de L.A. para Vegas ou vice e versa, não deixe de parar em Calico, vale a pena!

Los Angeles: finalmente, meu pezinho no pacífico…

Oi gente! Como estamos? Hoje vou falar um pouquinho sobre Los Angeles, cidade que eu tive a oportunidade de conhecer bem pouquinho! Na nossa viagem para Las Vegas, fizemos uma viagem de carro até Los Angeles, e dormimos duas noites lá. Como chegamos a tarde, e fomos embora cedinho, tivemos um dia e meio em L.A. E hoje vou contar aqui tudo que fizemos em um dia e meio!

Primeiro, Los Angeles é uma loucura! É uma cidade enorme, a sensação que dá é que cada bairro é uma cidade diferente, pois são todos muito diferentes! E o trânsito é bem caótico! Conseguimos fazer quase tudo que programamos, mas o trânsito dá uma atrapalhada, e os pontos turísticos são longe um do outro, então isso é algo que temos que levar em consideração ao planejar uma viagem para Los Angeles!

Como no caminho entre Las Vegas e Los Angeles nós paramos na cidade fantasma Calico (que depois vou falar sobre em um outro post), chegamos em Los Angeles por volta de 16h da tarde. Resolvemos incluir nesse dia um outlet e foi uma ideia bem legal! Rapidinho achei no Google um outlet em L.A. chamado Citadel e fomos para lá. Resultado: sem esperar muito, amamos esse outlet! Achei ele bem melhor que o de Las Vegas. A taxa é pior em L.A., mas eu gostei das promoções e do tipo de roupas que tinha lá! Realmente não deixou a desejar! Mas como outlet não era nossa prioridade, ficamos umas três horinhas e depois fomos fazer check in no hotel.

Ficamos hospedados perto da calçada da fama, no Holiday Inn Express Hotel & Suites Hollywood Walk of Fame, que foi o pior hotel da nossa viagem! Assim, hotel em Los Angeles é super caro, tipo Nova York, então procuramos um desses três estrelas de rede. Não foi exatamente ruim, dá pra ficar lá de novo, a cama é confortável e o café da manhã tem bastante opção. A localização é boa, mas é um pouco deserto o caminho até a calçada da Fama, e o fato é que de tudo que eu vi em Los Angeles, o que eu menos gostei foi a calçada da fama! Então se eu fosse passar mais dias lá, gostaria de ter ficado em outra localização, tipo Santa Monica.

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Depois do check in, fomos então conhecer a Calçada da Fama, que eu já adiantei pra vocês que foi o que menos curti. Claro que se você não conhece Hollywood, tem que ir lá né?? É tipo ir a Paris e não ver a torre! Mas honestamente, é apenas uma calçada. Claro que tem umas estrelas que você vai querer tirar foto, mas não dá pra perder muito tempo lá. O teatro chinês mesmo, eu achei bem sem graça e tinha um povo meio estranho por lá.. nem tirei muitas fotos.. Jantamos no Hard Rock Café, que eu adoro sempre!

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No segundo dia, saímos cedo para ir conhecer Beverly Hills, o bairro mais chique de Los Angeles, onde vários artistas moram! O bairro é bem bonito, arborizado e tiramos uma foto com a placa da entrada do bairro! Programa bem turistão, mas legal!

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Depois fomos na Rodeo Drive, que é a rua que tem as lojas mais chiques! Estacionamos lá perto e depois fomos andando até a rua e ficamos curtindo as vitrines, olhando os carrões que passavam, tomamos um sorvete! E vimos o hotel onde foi filmado o filme Uma Linda Mulher. Estacionar lá perto é uma missão! Ficamos uma meia hora rodando e todos os locais em que tinha a plaquinha verdinha (que autoriza estacionar) estavam ocupados! Mas no fim deu certo, umas três ruas acima da certa..

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Depois pegamos o carro rumo as praias Venice e Santa Monica! Elas são mais distantes de Beverly Hills e da Rodeo Drive, principalmente considerando o trânsito. Mas apesar do trânsito, é legal ir passeando por Los Angeles a toa! O dia estava lindo, um sol gostoso, o céu azul e a gente de férias! Quer coisa melhor??? Então lá fomos nós!

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Chegando perto do pacífico! Aeeeeee!

Bom, fomos primeiro em Venice, porque queríamos almoçar em Santa Monica, então sabíamos que ia demorar mais por lá, daí fomos logo no que seria mais rápido! A praia de Venice é conhecida por ser mais hipponga, por ter artistas de tudo quanto é tipo.. e de fato, ela tem uma vibe mais light e gente de tudo quanto é jeito! Gostei muito de Venice! Demos só uma voltinha por lá, mas vimos o comércio, vimos a academia onde o Arnold Schwarzenegger malhava nos anos 80, vimos uma galera de verde vendendo maconha para fins medicinais! Enfim, um passeio diferente mas bem divertido!

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Chegando a Venice Beach

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Academia do Schwarzenegger

Ah, em Venice tivemos dificuldade de estacionar.. tudo é pago, e tipo 10, 20 dólares! Como demos uma voltinha de 10 minutos, quando voltamos o rapaz não cobrou o estacionamento, mas foi uma sorte danada, não conte com isso! Já em Santa Monica paramos em um estacionamento coberto que ficava mais ou menos uma rua atrás da rua que passa pelo Pier. Não me lembro quanto pagamos, mas lembro que era um preço bem justo!! O pier tem estacionamento, mas estava lotado quando passamos, daí não nos deixaram estacionar lá. Quando fomos embora, ele já estava aberto. Não sei dizer se é pago ou gratuito..

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Eu amei conhecer o Pier de Santa Monica! Não sei dizer ao certo se foi meu passeio favorito em L.A., porque eu adorei o que fiz logo em seguida (já já conto!), porém foi divertido, o dia estava maravilhoso, a praia com uma vibe incrível! Deu vontade de estender minha canga e ficar por lá mesmo!!! E claro que eu coloquei meu pezinho no pacífico né?!? E olha, é frio, mas achei mais tranquilo que nadar no RJ! hehehe… Almoçamos no Bubba Gump! Já é a terceira vez que vou a Bubba Gump, e eu adoro o clima e a decoração do restaurante, mas a comida mesmo, nunca é a minha favorita! Mas dessa vez eu pedi um prato que amei! Valeu esse almocinho na beira da praia..

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Meu peixe no Bubba Gump! Tava muito bom!

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Pacífico! Yesssssss!

Após o passeio maravilhoso, fomos cumprir nosso roteiro! A meta era ir em algum lugar que pudéssemos chegar o mais perto possível para uma boa foto da placa de Hollywood! E aí foi que o trânsito horroroso de Los Angeles nos enrolou! Eu tinha lido na internet que o lugar que se tirava a melhor foto da placa era um lugar chamado Sunset Ranch! Colocamos o endereço no Waze e lá fomos nós! O detalhe que eu não tinha lido na internet, era que o Sunset Ranch fechava às 17h! E nós chegamos lá às 17h15! Pensa na minha tristeza! Quem prepara e planeja tanto as viagens, acaba sofrendo um pouquinho quando não dá pra fazer tudo do roteiro né?!? Então paramos o carro no bairo que dá no Sunset Ranch e tiramos uma foto de lá. Sinto que não foi a melhor foto, mas deu pro gasto! E esse bairro foi o que eu mais gostei em L.A. Beverly Hills é lindo, mas é muito glamour. Esse bairro (que é onde fica também o Griffith Observatory) parece ser mais exclusivo, sabe? Curti demais!

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Bom, após a foto com a placa, fomos ao Griffith Observatory. A meta era pegar o pôr do sol e a noite, pra conseguir ver Los Angeles inteira bem iluminada! Esse foi o passeio que concorre com o pier de Santa Monica! Foi muito legal ir ao Griffith (que é gratuito!)

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Mas gente, olha só, o tal do Griffith Observatory – que é um observatório, com atrações legais como o Pêndulo de Foucalt e um telescópio bem grande (que a gente pode ver e de graça!) – é simplesmente lotado! Ele fica em cima deu uma colina e é muito difícil conseguir vaga perto! Então prepare-se para largar o carro lá embaixo e andar (subir) bastante a pé! Nós rodamos muito e muito mesmo e aí finalmente conseguimos uma vaga pertinho, mas eu já estava ficando nervosa! Hehehe..

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Bom, lá de cima a gente vê Los Angeles inteira e realmente é inegável que é uma vista maravilhosa!!!! E pegamos o pôr do sol e depois a cidade toda iluminada! Eu não deixaria de fazer esse passeio, e se eu for um dia a L.A. novamente, é bem possível que eu vá querer repetir!

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Por último, para terminar um ótimo dia, fomos ao Farmer’s Market! O Farmer’s Market é tipo o mercado central de São Paulo, um lugar cheio de coisas bem legais! Quando chegamos lá já era 21h, que era o horário que o mercado fechava! Deu pra ver bastante coisa, mas o que ainda tinha pra comer não agradou muito a gente (tava tipo fim de feira mesmo hehe). Do lado do Farmer’s Market, tem tipo um shopping a céu aberto, o The Grove! É super lindo lá também, eu adorei! Aí nós passeamos e depois jantamos em um dos restaurantes de lá, o Wood Ranch BBQ & Grill. Lá no The Grove também tem Cheesecake Factory, que eu amo! Mas como tínhamos ido em Las Vegas dois dias antes em um, acabamos optando por algo diferente! Gostamos muito do Wood Ranch. Comida estilo Outback, com carnes bem gostosas!

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E assim terminou o nosso tour por L.A.! Adorei conhecer essa cidade grande, cheia de nuances! Com certeza quero voltar para conhecer um pouco mais! E vocês, curtiram L.A.?

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